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sábado, 26 de maio de 2012


Curso de História da Igreja [38] – John Knox e a Reforma na Escócia

Juliano Heyse leciona no curso de “História da Igreja” sobre “John Knox e a Reforma na Escócia”, falando sobre: John Knox – Origens / Inglaterra e Alemanha / Genebra com Calvino / Escócia


terça-feira, 22 de novembro de 2011

        Críticos  e Sectários Provocam Confusão. Parte I

Os grandes perturbadores do cristianismo apostólico no século II foram os gnósticos, Montano e os montanistas e o orador anticristão Celso.
Outros desafiaram o fluxo de ensinamentos e práticas dos apóstolos por meio de bispos por eles nomeados mas, aos olhos dos bispos, aqueles eram os principais oponentes a serem combatidos e vencidos.
     O gnosticismo é um rótulo genérico aplicado a uma grande variedade de mestres e escolas cristãs que existiam às margens da igreja primitivae que chegaram a se tornar um grande problema para os lideres cristãos no século II.
     O nome provém da palavra gregra gnosis, que significa "conhecimento" ou "sabedoria".
     Os gnósticos não tinham organização unificada e discordavam entre si a respeito de muitos assuntos, mas todos acreditavam possuir um conhecimento ou sabedoria espiritual superior à que possuíam e ensinavam os bispos e outros líderes eclesiaticos do século II. 
     Em resumo, acreditavam ser a matéria, incluindo o corpo, uma prisão inerentemente limitante ou até mesmo um obstáculo maligno para a boa alma ou espirito do ser humano e que o espírito, essencialmente divino, "uma centelha de Deus", habitava o túmulo do corpo. Para todos os gnósticos, a salvação significava alcançar um tipo especial de conhecimento que não seria geralmente conhecido pelos cristãos comuns nem sequer estaria à sua disposição.
     Tal gnosis ou conhecimento, implicava reconhecer a verdadeira origem celestial do espirito, sua natureza divina essencial, como uma parte do próprio ser de Deus, e Cristo como o mensageiro espiritual imaterial enviado por esse Deus desconhecido e incognoscível para buscar e resgatar as centelhas dispersas de seu ser, agora aprisionadas em corpos materiais.
     Todos os gnósticos acreditavam que Cristo não havia encarnado em Jesus na realidade, mas que simplesmente tinha a aparência de um ser humano.
    Esse é um simples esboço do gnosticismo do século II. Posteriormente ele será descrito com mais detalhes.


 - Uma mensagem para os dias de hoje: devemos estar atentos aos tipos de ensinos em nossas igrejas para que ao invéns de promover e edificar não venha destruir muitas vidas pela heresia com aparencia de evangelho puro. Ensinamentos como prosperidade, supervalorização humana e outros tem sido aplaudidas e defendidas com unhas e dentes nos nossos dias.
Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos.Coríntios 16:13


Em Cristo

Fonte Bibliográfica: História da Teologia Cristã - Autor Roger Olson